Para que servem o mapa e a sinalização
Um trabalhador novo entra num galpão. Onde há risco de ruído? Qual a saída de emergência? Que produto químico está armazenado ali? O mapa de riscos e a sinalização respondem a essas perguntas sem depender de explicação oral. O primeiro representa os agentes de risco por setor, e a segunda orienta comportamentos, proibições, obrigações e emergências no próprio local.
Quando a empresa precisa
- Ao revisar o PGR e comunicar os riscos aos trabalhadores.
- Quando há CIPA: o mapa de riscos costuma ser elaborado com a participação da CIPA, conforme a NR-5.
- Em mudanças de layout, ampliações e novas unidades.
- Depósitos, cozinhas industriais, oficinas, laboratórios, clínicas e canteiros de obra.
- Quando fiscalizações ou clientes apontam falta de identificação de áreas, produtos ou equipamentos.
Como a MT10 conduz
- Levantamento: percorremos os setores com o responsável e, se houver, representantes da CIPA ou dos trabalhadores.
- Classificação dos agentes: físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes, com a intensidade percebida.
- Mapa por setor: representação sobre a planta, com legenda de cores e tamanhos.
- Projeto de sinalização: definição de placas, faixas, identificação de tubulações, extintores, saídas e áreas restritas.
- Entrega e orientação: arquivos para impressão e orientação para fixar e manter a sinalização.
| Elemento | Função |
|---|---|
| Mapa de riscos | Mostrar visualmente os riscos presentes em cada área |
| Sinalização de advertência e proibição | Alertar sobre perigos e comportamentos vedados |
| Sinalização de obrigação | Indicar o uso de EPI e condutas exigidas |
| Sinalização de emergência | Orientar rotas de saída, equipamentos de combate e primeiros socorros |
O que separar antes
- Planta baixa ou croqui dos setores.
- Lista de produtos químicos, máquinas e processos por área.
- PGR e relatórios de inspeção anteriores.
- Nome de quem acompanhará o levantamento.
Como manter o mapa atualizado
O mapa de riscos só tem valor se refletir a realidade. Por isso, defina gatilhos de revisão: mudança de layout, entrada de novo produto químico ou máquina, reforma, alteração de processo e resultado de inspeção ou de avaliação ambiental. A cada gatilho, o responsável pela segurança confere o setor e atualiza o desenho.
Também vale incluir o mapa na integração de novos colaboradores e de terceiros. Uma explicação de poucos minutos, em frente ao mapa do setor, ajuda o trabalhador a reconhecer os riscos e a respeitar a sinalização desde o primeiro dia.
Erros comuns
- Fixar o mapa em local sem circulação, onde ninguém o lê.
- Não atualizar o mapa quando o layout ou o processo mudam.
- Misturar padrões e cores de placas improvisados, o que gera confusão.
- Usar sinalização desgastada ou encoberta por estoque.
O mapa é uma ferramenta de comunicação. Quando os trabalhadores participam do levantamento, ele reflete melhor a realidade e tem mais adesão.
A MT10 integra o mapa ao gerenciamento de riscos da empresa e pode incluir revisão periódica em um plano de acompanhamento. Combine com as inspeções de segurança para manter tudo atualizado. Atendemos Goiânia e região; chame pelo WhatsApp.